A Voz do Bispo › 24/05/2019

Nossa Mãe, Maria

Maria Mãe! Maria Mulher! Maria de Deus! Maria nossa Senhora das Lagrimas! Maria Rainha! Maria Medianeira! Maria Imaculada! E muitas outras formas de dirigir-nos a ela, a Mãe de Jesus, o filho de Deus, e nossa.

Mais que qualquer outro título, certamente o mais preferido é o de “Mãe”, pois desperta em nós sentimentos bonitos de afeto, gratidão, amor que remetem a experiência humana com nossa mãe terrena que nos gerou e cercou de cuidados.

Essa experiência humano-afetiva com nossa mãe terrena, nos introduz na compreensão do relacionamento espiritual com nossa Mãe do Céu. Ela nos foi dada por Jesus quando no momento mais trágico de sua vida vendo-a aos pés da cruz disse: “Mulher, eis teu filho” e depois disse ao discípulo João: “Eis tua mãe”. Para nós, católicos, é tão natural invocá-la como “Mãe” que não conseguimos imaginá-la de outra forma.

Nossa Diocese, em sintonia com sua vocação natural e beleza ecológica privilegiada, possui dois pequenos santuários diocesanos em regiões belíssimas: Nossa Senhora das Lágrimas no Caraá, em meio aos verdes campos e banhada pelas águas do rio Caraá, cuja Romaria acontece no final de fevereiro e, Nossa Senhora de Lourdes, em Dom Pedro de Alcântara, que tem sua romaria no quarto domingo de maio. Neste ano no dia 26.

O Santuário de Nossa Senhora de Lurdes, conhecido também como Santuário da Gruta, devido a imagem estar dentro de uma rocha, gruta natural plasmada pelo Criador, por sinal muito semelhante a gruta, onde a Virgem apareceu a Bernadete, na França, onde revelou sua graça: “Imaculada Conceição”, ou seja, concebida sem pecado, toda santa e toda pura, resplandecente de beleza.

Dois lugares cheios de encantamento que vale a pena frequentar como peregrinos, filhos e filhas devotos da Mãe Maria. Lugares que inspiram serenidade e paz, que nos fazem sentir o cuidado e o carinho de Deus pelas mãos da Sua e nossa Mãe.

Mãe de Jesus e nossa, a ti confiamos o cuidado e a proteção das crianças, jovens, adultos, pais e mães de família que se sentem impotentes diante dos desafios e dificuldades de dar aos seus filhos condições de vida digna.

Contamos com a colaboração de todas as comunidades da diocese para a divulgação da piedade mariana, cultivada nesses santuários e, também, com o apoio de meios para seu desenvolvimento.

 

Para refletir:

1. Como é a minha devoção a Maria? Em que se manifesta?

2. Consigo senti-la como mãe que cuida e acompanho meus passos? Recorro a sua interseção alguma vez?

3. Já participei das duas Romarias da Diocese de Osório? Como me senti? Indicaria essa experiência para amigos?

 

Textos Bíblicos: Jo 14, 23-29; Jo 19, 25-27; Sl 66(67).

 

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